Uma temporada na Dinamarca

Projeto de viagem com Raquel Couto.

 

Todas as fotos por nós.

 

Uma breve anedota da nossa viagem: Chegamos ao aeroporto em Copenhague, sem a menor ideia de como pronunciar o nome da moeda dinamarquesa, nem mesmo em inglês. É assim que somos inteligentes e preparados para essas coisas. De qualquer forma, temos algumas coroas (ou, se preferir, moedas com estilosos furos) e fomos direto para um trem. Com um pequeno mapa, conseguimos encontrar o hotel depois de caminhar em círculos por cerca de 30 minutos.

 

Apesar da nossa debilidade, a necessidade de desfrutar da primeira noite na Dinamarca foi mais forte do que a nossa desaceleração, equivalente a quase 24 horas sem dormir. Naquela noite, caminhamos pela cidade sob uma ótima impressão, ainda não acreditando que estávamos lá. A cidade de Lars von Trier. Para o Rodrigo, foi a primeira vez fora do Brasil. Além disso, tínhamos nos conhecido há alguns meses e viajamos para lá por causa desse encontro. Há algo na névoa que nos aproxima, sem palavras; Que nos transporta… ou… nos move… ou… nos carrega. Eu não sei. Esperamos voltar lá em breve com mais rolos de filmes.

 

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A season in Denmark
 

Ongoing traveling project with Raquel Couto.

 

All photos by us.

 

A brief anecdote of our trip: We arrived at the airport in Copenhagen with no clue how to pronounce the name of the danish coin, not even in english. That’s how clever and prepared we are for those things. Anyway, we got some kroners (or, if you prefer, stylish pierced coins) and went straight to the train. With a small map, we managed to find the hotel after walking around in circles for about 30 minutes.

 

Despite our debility, the need to enjoy our first night in Denmark was stronger than our jet lag summed up with almost 24 hours with no sleep. In that night we walked through the city under a great impression, still not believing we were there. Lars von Trier’s city. As for Rodrigo, it was the first time outside Brazil. Moreover, we had met each other a few months earlier and got there because of that encounter. There is something in the mist that brings us closer, wordlessly; that transports us… or… that moves us… or… that carries us. I don’t know. We’ll hopefully go back there soon with more film rolls.

 

All shot with a Nikon FM2. 35mm format.